sexta-feira, 28 de setembro de 2012








Coisas esquecidas
 © Letícia Thompson

Coisa boa é o tempo de namoro. Tempo quando sentimos que somos importantes. O outro preocupa-se, telefona, faz carinho, diz coisas ridiculamente lindas ao nosso ouvido, faz surpresas, dá a mão e beijos intermináveis.
Mas a longa convivência vai apagando aos poucos o essencial de um relacionamento. Acostuma-se tanto ao outro que certas coisas perdem o sentido.
Esquece-se do beijo na saída e na chegada. E... de antes de dormir.
Esquece-se do abraço bem apertado que diz tanto sem dizer nada.
Esquece-se de datas importantes e comuns aos dois.
Esquece-se de andar lado a lado.
Esquece-se do te amo, do estou feliz porque tenho você.
Esquece-se do poder de uma flor.
Esquece-se... do namoro!
Fala-se do passado como do bom tempo. Mas... passado!
E as pessoas surpreendem-se por viverem tão afastadas vivendo juntas. Um se deita mais cedo, o outro mais tarde; um se levanta, o outro fica. Fazem amor por obrigação.
Culpa de quem? Dois dois. Quando há um problema entre um casal a culpa é fatalmente dos dois lados. Uma coisa conduz a outra.
E muitos casais seguem assim. Juntos, apesar de tudo, cada um do seu lado sofre interiormente de solidão. Cada um sonha, secretamente, com emoções esquecidas, com grandes paixões. E ninguém pensa em reacender a brasa. Ninguém pensa em reconquistar o que se tem, justamente porque se tem. Mas há tanto que pode ser feito!
Lembre-se das coisas esquecidas! Lembre-se do início. O que foi mesmo que te conquistou no outro? Inversamente, pense no que foi em você que conquistou o outro coração. Reaviva a chama!
Nunca permita que o essencial morra por causa de trabalho, estresse, filhos e atividades extras.
É essencial estar juntos. Mas, mais que isso, amar juntos de amor inteiro.
É preciso cuidar do amor como se cuida de algo frágil. A pessoa amada não faz parte dos móveis da casa. Cuide dela e cuide-se. Antes que a vida a dois caia no esquecimento.
Não se esqueça de lembrar-se das coisas esquecidas! Amor não é só coisa para os jovens não. Paixão faz bem em qualquer idade. Carinho nunca é demais. Atenção cativa. Reaprenda a amar aquela pessoa que um dia fez bater seu coração mais forte.
Muitas coisas podem ficar esquecidas. Mas o amor, ele mesmo, nunca se esquece!

Letícia Thompson



Vontade de viver
 © Letícia Thompson

Nascemos independente da nossa vontade. Mas a vida é um encanto. E nos encanta.
Os primeiros risos, as primeiras flores, os primeiros amanheceres, os primeiros anos... as primeiras descobertas. Vamos desbravando a vida e enfrentando o desconhecido maravilhados.
Então vêm os primeiros nãos. As primeiras quedas, as primeiras decepções, as primeiras lágrimas que não nos impedem, nem por isso, de ir em frente.
Mas um dia o desconhecido, o inexplicável, pode tirar nossa vontade de viver. As perdas, as grandes, aquelas sem volta que, por mais alto e forte que gritemos, fazem-se de surdas. E a vida perde seu sentido...
Os amanheceres e entardeceres tornam-se uma e a mesma coisa: enfado. Nos recusamos a ver a luz do dia, o sol que brilha, a vida que palpita, os pássaros que cantam e as flores que, teimosas, continuam se abrindo em total indiferença à nossa dor.
E é preciso, nesse momento onde queremos parar mas que a vida não pára, é preciso reaprender a viver.
Não aceitamos nossas perdas irreparáveis e absurdas, mas precisamos aprender a viver com elas e apesar delas. E ver a vida com outros olhos. Talvez, reconhecer de vez nossa pequenez diante do desconhecido. E reviver. A pequenos passos, tímidos, lentos, tal qual criança que ainda não viu nada, mas com a sabedoria dos velhos que já sabem que a vida é um poço de mistérios.
E vamos assim, não importa nossa idade, desbravando novamente a vida. Vamos sorrir novamente. Ver a luz do dia, olhar nos olhos dos que ficaram e que estiveram do nosso lado mesmo quando estivemos temporariamente cegos a tudo o mais. Ver as flores, que nunca desistiram de viver e experimentar o dia-a-dia, novos gostos dessa nova vida que se oferece a nós.
Tudo pode ter um fim. Mas todo fim pode ser o início de um recomeço. E a vida continua linda. E Deus sabe do que precisamos para nos pôr de pé e Ele nos guia, se nos abandonamos a Ele nessa nova chance de recomeçar.

Letícia Thompson


Coisas do amor.
 


Por que um coração escolhe o outro, nunca vou saber. Há coisas para as quais não temos respostas, nem explicações, são mistérios da vida.
Às vezes o amor toma conta da gente sem pedir licença. Chega devagarinho, muitas vezes disfarçado, invade e pronto: se instala! E mesmo se dizemos não, ele fica lá, teimoso, empacado. E aí não tem jeito, precisamos conviver com ele, aceitá-lo. Porque ele não desiste facilmente uma vez que decidiu enviar as flechas numa determinada direção.

Ele contraria nossas regras, às vezes mesmo nossos gostos, nos faz fazer coisas que antes julgávamos ridículas, nos deixa bobos e felizes. Muda nossos hábitos, nos faz amar música lenta, sonhar acordados e passar noites em claro, ou então nos acorda em plena madrugada. E nos faz ver estrelas, gostar de lua e de poesia. Ah! O amor nos faz perder o juízo!

Torna adolescentes em adultos e velhos em adolescentes: não existe regra, não existe idade, não existe nada além dele. Se é surpresa para corações jovens, para os mais vividos é um presente dos céus, pois chegou na hora em que não se acreditava mais possível. A esse é dado mais valor, nem mesmo tem preço.

Ele nos faz andar sem ter os pés na terra, nos dá asas, nos transporta e muitas vezes nos fere. Mas de ferida boa, dessas que a gente sofre mas conhece o remédio. Ah! E esse remédio!... Cura tudo, esquece tudo. A raiva da manhã já não tem mais o mesmo sentido à noite. O amor passa esponja como ninguém, só ele mesmo é que conta.

E esse amor que nos libera e nos deixa cativos é também a razão da nossa esperança, porque nos motiva, nos incita a ir mais além, nos dá força e coragem, mesmo se às vezes parece nos deixar débeis e frágeis. Mas ele é contraditório e, por isso mesmo, fascinante. Com ele vivemos; sem ele, apenas passamos pela vida. São assim as coisas do amor.

Letícia Thompson

 


O amor é uma flor delicada.
 
 
Não existem conquistas definitivas, salvo para aqueles que nos deixam no auge do apego. Aí sim, as pessoas ficam irreversivelmente gravadas dentro do nosso coração e nós no delas.
Se não podemos explicar os porquês das chamadas de um coração, podemos, portanto, compreender a importância do exercício diário, na manutenção dos sentimentos do outro.  Ninguém pertence a ninguém, as pessoas doam-se e acolhem-se.
O amor é uma flor muito delicada, mesmo se vestida de grandiosas e maravilhosas formas.
O amor é uma flor singela, frágil e bela e é preciso recebê-lo com mãos ternas, como se sua vida dependesse de nossa acolhida.
Frequentemente somos meio desajeitados quando se trata de amor. Descuidamos dos pequenos gestos que o nutrem, deixamos que a terra seque-se, substituímos atenções emocionais por outras que, mesmo importantes, não são suficientes ao mantimento para a durabilidade do amor.
O amor nutre-se de carinhos e carícias. Sacia-se no abraço, cresce no beijo. Fortalece-se nos momentos a dois.
Achamos tempo para tanta coisa e nos dedicamos pouco a estar com o outro.
Pessoas às vezes que se amam muito afastam-se por falta de cuidado de ambas as partes. Os quereres confundem-se.
Homens e mulheres são diferentes, isso é certo! Mas deve haver esse meio caminho onde as mãos acabam se encontrando, onde os dedos se entrelaçam e os desejos fundem-se numa mesma coisa.
Ninguém conhece a verdadeira dor de perder antes de ter perdido de verdade. É depois, bem depois, que olhamos para trás e nos dizemos que teríamos vivido bem mais intensamente se tivéssemos carregado essa delicada flor bem mais pertinho do nosso coração.
 
Letícia Thompson



**A ARTE DE SER ALGUÉM**



A solidão e a invisibilidade do ser caminham de mãos dadas. Sozinho é aquele que não aparece para os outros, que tem medo até de se olhar no espelho porque a própria imagem aparece como uma companhia inexistente.

Há pessoas que passam a existência em busca de aprovação, sem realmente estar nessa busca e sentem-se sempre como uma pálida cor no quadro da vida.

Elas querem ser vistas, amadas, apreciadas, mas não saem do lugar, ficam sempre à espera que um reconhecimento haja.

Mas o que torna uma pessoa visível ou invisível aos olhos dos outros? Ninguém precisa ser importante no sentido de possuir coisas ou ser um ser extraordinário para que possa ser visto ou amado. Não são as outras pessoas que nos tornam visíveis ou invisíveis, solitários ou cercados de pessoas, somos nós.

Quando damos de nós, vamos deixando pedacinhos do nosso eu nos outros, de maneira que vamos nos tornando presentes e inesquecíveis. As pessoas sempre querem se aproximar daquilo que lhes faz bem, que é positivo, estão sempre voltadas para aquilo que vai valorizá-las de alguma forma.

Quem reclama que não se sente amado, não se sente procurado, que acha que passa pela vida como uma forma vazia e sem importância, deveria ver o mundo pelo outro lado da janela, de fora para dentro.

Faça o contrário, aja, ame, torne-se alguém pelo menos para alguém, seja aquilo que você gostaria que os outros vissem em você. Ninguém deve ter o poder de nos transformar, nós devemos ter o poder e a possibilidade de trabalhar do nosso interior para o exterior. Somos nós que nos construímos ou nos destruímos, que aparecemos ou desaparecemos.

As pessoas vêm em nós o que parecemos a elas. Elas não nos fazem, a menos que permitamos. Nós nos fazemos!

Se sentimos essa necessidade de sermos queridos e apreciados, queiramos e apreciemos. É impossível esconder uma luz numa noite escura e, creiam, o mundo atual é para muitos uma noite escura e sem estrelas. Sejamos então uma luz. E as pessoas com necessidade disso virão a nós.

Estaremos assim cumprindo nossa missão, daremos o que precisam e recuperaremos em nós o que precisamos para nos sentir inteiros e saciados.

Embora as pessoas façam parte da nossa história, elas não a escrevem. Nós o fazemos, com todos os instrumentos que temos ou aqueles que nos inventamos.

As marcas dos nossos passos só podem ser deixadas por nós mesmos.



[ Autora -Letícia Thompson]

contact@leticiathompson.net

domingo, 23 de setembro de 2012

Ser ou Ter?

Nossa correria diária não nos deixa parar para perceber se o que temos já não é o suficiente para nossa vida. Nos preocupamos muito em TER: ter isso, ter aquilo, comprar isso, comprar aquilo. Os anos vão passando, quando nos damos conta, esquecemos do mais importante que é VIVER e SER FELIZ! Muitas vezes para ser Feliz não é preciso Ter, o mais importante na vida é SER. As pessoas precisam parar de correr atrás do Ter e começar a correr atrás do SER: Ser Amigo, Ser Amado, Ser Gente. Tenho certeza de que, quando SOMOS, ficamos muito mais Felizes do que quando Temos. O SER leva uma vida para se conseguir e o Ter muitas vezes conseguimos logo. O SER não se acaba nem se perde com o tempo, mas o Ter pode terminar logo. O SER é eterno, o Ter é passageiro. Mesmo que dure por muito tempo, pode não trazer a Felicidade... E é aí que vem o vazio na vida das pessoas... Por isso, tente sempre SER e não Ter. Assim você sentirá uma Felicidade sem preço! Espero que você deixe de cobrar o que fez e o que não fez nos últimos anos e que você tente o mais importante: SER FELIZ.


Fonte-www.mensagenscomamor.com/

Fendas no coração






Quando nascemos nosso coração é inteiro. Fechado, envolto, é aos pouquinhos que vai se abrindo e aprendendo o que é o amor e a dor.


Com o passar dos anos vamos nos entregando às paixoes, às esperanças, às expectativas de encontrar a felicidade. E as decepções chegam... e o fechamos!


Nosso erro é fechá-lo com mágoas por dentro, com as feridas que, sem ar, sem a possibilidade de carinho que entre, possam cicatrizar. Por isso pessoas amarguradas podem ficar assim até a morte. É preciso deixar uma fenda onde as tristezas possam se evacuar, onde elas liberem lugar para que o amor entre novamente. Só que é preciso ter o cuidado para não deixar uma fenda grande demais!...
Um coração cansado e carente é uma presa fácil. Pessoas que vivem desgastadas por uma vida inteira onde os sonhos parecem já não mais existir, podem confundir com amor a necessidade de sentir de novo emoção e paixão. Pessoas que encontram a sua alma-gêmea no momento exato que se sentem fragilizadas precisam ter o cuidado para não cair nessa armadilha.


Sei que é difícil ser objetivo nessas horas. A monotonia do nosso dia pode fazer com que vejamos as coisas de fora bem mais bonitas do que são realmente. Há um momento onde queremos voltar no tempo da adolescência e sonhar de novo com um grande amor, queremos paixão, queremos sentir de novo o coração batendo mais forte, queremos a dor no estômago da espera de um encontro marcado, a felicidade misturada com ansiedade ou não sei o quê. Nessas horas deixamos uma fenda grande demais no coração e um pouco de atenção, uma palavra carinhosa ou um gesto gentil podem entrar e tomar forma de amor, que na realidade amor nao é: é necessidade! Necessidade de reviver.


Sei como dói ouvir coisas assim, porque então tudo parece ainda mais sem sentido. Só nós sabemos o que vai por dentro do nosso peito. E, portanto... deixe o tempo passar... a pessoa perfeita já não será assim tão perfeita, o grande amor que chegou já não vai parecer assim tão grande. Quando estamos nos afogando é fácil segurar a primeira tábua que nos cai nas mãos, mas isso pode ser apenas um meio da gente nadar até a praia para ver novos horizontes.
Uma vida mal resolvida não encontra soluções mágicas em um amor que acabou de chegar. Cada coisa no seu tempo.


Antes de deixar entrar alguém pela fenda do seu coração, jogue fora sua infelicidade. Faça faxina interna, coloque ordem, resolva sua vida. Depois siga em frente... um amor verdadeiro talvez te espere do outro lado, mas então você vai saber que não o tem por carência, mas porque a vida resolveu te dar uma segunda chance.







Letícia Thompson





As aflições do mundo






Em conhecida passagem do Evangelho, Jesus diz a Seus discípulos que no mundo eles terão aflições.

Os registros bíblicos confirmam a previsão.

Todos os companheiros diretos de Jesus enfrentaram grandes padecimentos.

Apenas João Evangelista não foi martirizado.

Evidentemente, houve sensível progresso desde aquela época.

Os costumes se refinaram e hoje, na ampla maioria dos países, não se cogita mais de matar alguém por sua fé.

Contudo, o alerta do Cristo permanece atual.






A mensagem cristã é a da vida reta e fraterna.

O cristão deve ser honrado e solidário.

Não basta viver retamente, sendo necessário amparar os irmãos de jornada.

Também não adianta apenas ser generoso com o semelhante.

É preciso dar a César o que é de César, no sentido de cumprir rigorosamente os próprios deveres.

Ocorre que quem se aprimora, em geral, passa a esperar conduta idêntica dos que o rodeiam.

A criatura rigorosamente honesta anseia por viver em um meio honesto.

Ao desenvolver uma sensibilidade mais apurada, anela por beleza e suavidade.






Entretanto, o mundo segue em seu próprio ritmo.

Um homem pode apenas ditar a cadência de sua evolução.

Quanto aos demais, resta-lhe somente influenciar, mais por exemplos do que por palavras.

Afinal, o livre-arbítrio é uma dádiva de Deus aos Seus filhos.

Cada um é livre para decidir os seus caminhos e se vai apressar ou retardar o passo rumo à paz.

Bem se vê como é delicada a posição do genuíno cristão no mundo.

Ele elege um ideal sublime, esforça-se por vivê-lo e deseja que se expanda, no benefício geral.

Contudo, o mundo não corresponde a contento a esse anseio.







O cristão necessita ser o sal da Terra e a luz do Mundo.

Justamente por isso, não pode se afastar dos irmãos de jornada.

Daí vive honradamente em um mundo corrupto.

Por consequência, experimenta contínuas aflições.

Aflige-se pelos filhos que não aproveitam a educação recebida e optam por trilhar estranhos caminhos.

Angustia-se pelo esposo ou esposa que não lhe partilha o ideal.

Agasta-se por deslealdades que testemunha na vida profissional.

Entristece-se pela falta de honestidade de políticos e dirigentes públicos.

Entretanto, se a aflição é esperada, o desânimo não se justifica.

O progresso ocorre com vagar, mas é uma lei da vida.

As perfeitas Leis Divinas tratam de colocar tudo em seu lugar, no lento ciclo dos séculos.

O relevante é a paz de consciência de quem age retamente.

E a inefável certeza de que transita para fases superiores da existência imortal, na condição de agente do progresso.

Pense nisso.






Redação do Momento Espírita.

sábado, 22 de setembro de 2012

Cães ajudam na recuperação de idosos


Projeto de universidade do RS leva animais para visitas a asilos.
Meta é que idosos voltem a se movimentar e retomem a vida social.



Um projeto dos alunos do curso de fisioterapia da Universidade de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, está ajudando a mudar a vida de idosos que moram em dois asilos da cidade. Chamado de “Cão Terapia”, o projeto tem como meta fazer com que os cachorros ajudem os idosos a retomar a vida social e a se movimentar.

O estudo começou no ano passado, mas apenas neste mês os cães começaram a visitar dois asilos em Santa Cruz do Sul. De acordo com a universidade, voluntários ofereceram seus animais de estimação para participar do “Cão Terapia”.

A escolha dos cachorros foi feita por veterinários. As raças não foram levadas em consideração, apenas o comportamento dos cães, que têm de ser dóceis e calmos. Os animais também não podiam ser filhotes.

Segundo os universitários, aos poucos os cães cativam os idosos, que voltam a se movimentar para brincar com os bichos. Muitos, que também sofrem de depressão, voltam a sorrir.

A partir do segundo semestre, o número de animais e idosos atendidos pode aumentar. Alunos de outros cursos também podem passar a fazer parte do “Cão Terapia”.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL38219-5598,00.html 
 
Site:http://ameosanimais.blogspot.com

Gata que toca piano se transforma em celebridade mundial


Quase 3 milhões de pessoas já assistiram ao vídeo do felino.
A gata se chama Nora e tem três anos de idade.



A gata Nora, de três anos de idade, está se transformando numa das mais conhecidas celebridades do site Youtube: quase três milhões de pessoas já assistiram ao vídeo do felino sentado tranqüilamente e tocando o piano com suas duas patas.

Nora começou a tocar quando tinha um ano. O casal dono da gata, Burnell e Alexander, ambos da Philadelphia, nos Estados Unidos, contaram a um jornal australiano que um dia escutaram o som do piano quando não havia mais ninguém na sala.

"Não chegamos a pensar que era um ladrão, mas foi uma sensação muita estranha ouvir aquilo", contou Alexander.

"Então levantamos da cama, descemos as escadas e encontramos Nora perfeitamente sentada e tocando piano com as duas patas. Ela ficou olhando para nós na mesma posição e nós a animamos a continuar tocando. Achamos engraçado, mas não imaginávamos que isso se tornaria um hábito."

Segundo o casal, a gata é muito temperamental, solitária e gosta de atenção. Há vídeos de outros gatos tocando o piano no Youtube, mas Nora é disparada a mais conhecida.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/




Quem Ama Cuida

Cerca de 337 frases e pensamentos: quem ama cuida
Eu sei quem está ao meu lado quando preciso,
Eu lembro quem cuida de mim,
Eu guardo o amor que me dão
E sei exatamente quem merece o meu coração...

És tu,
Que me olhas com tanto carinho!
És tu,
Que não deixa eu me sentir sozinha!
És tu,
Que aguenta as minhas chatices!
És tu,
Que é a fonte dos meus sorrisos!
És tu,
Que está sempre me trazendo lanches!
És tu,
Que inventa mil maneiras para me divertir!
És tu,
Que parece pensar em mim antes de pensar em si!
És tu,
Que acerta os meus desejos e acalma os meus anseios!
És tu,
Que é meu amigo e companheiro!
És tu,
Que me chama de "meu amor" e de "minha vida"!
És tu,
Que me faz sonhar acordada!
És tu,
Que sempre me deixa encantada!
És tu,
Que me dá a mão quando eu preciso!
És tu,
Que me dá bronca quando eu preciso...!
És tu,
Que me escuta falar sem parar!
És tu,
Que não sai do meu pensamento!
És tu,
Que está em mim todo momento!

És tu, sempre tu!
Germana Facundo
 



Fonte-http://pensador.uol.com.br